A Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa, realizada em ação dos representantes da cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa, foi oficialmente lançada nesta quinta, 24 de junho, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A iniciativa visa informar corretamente à opinião pública sobre a origem do papel usado para impressão. O objetivo da campanha é esclarecer que o uso de papel para impressão não provoca desmatamento no Brasil. Isto porque, no País, a produção da celulose e do papel são originários de florestas plantadas em áreas destinadas, exclusivamente, para este fim, ou seja, culturas como tantas outras destinadas à agricultura. Por diversas razões – desconhecimento da realidade, intenção de valorizar as mídias, marketing comercial e social, dentre outras –, há empresas, instituições e ONGs instrumentalizando a opinião pública contra a comunicação impressa. Assim, a meta da campanha é difundir, de mod o amplo, os conceitos corretos da produção de papel destinado à impressão, mostrando que esse insumo não tem relação com a destruição de florestas e devastação ambiental, mas, sim, com o plantio de árvores para esse fim. Além disso, o plantio de árvores para finalidade de uso industrial proporciona um ganho adicional para o meio ambiente: as florestas cultivadas com o propósito de produzir madeira para a fabricação de papel e celulose são absolutamente sustentáveis, e seu manejo permite manter grandes áreas plantadas, e que, sobretudo, na fase inicial de seu desenvolvimento, retiram significativa quantidade de CO2 (maior causador do chamado efeito estufa) da atmosfera – no Brasil, por exemplo, essas florestas absorvem 1 bilhão de toneladas de carbono da atmosfera por ano, de acordo com a Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel).
O evento de lançamento
Com o mote “Imprimir é dar vida”, as entidades da cadeia produtiva do papel e da comunicaç ão impressa almejam informar à sociedade sobre seu compromisso com o meio ambiente e suas práticas de produção. A campanha pretende esclarecer dúvidas e, principalmente, trazer à luz da verdade algumas questões ligadas à sustentabilidade. O evento de lançamento da Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa contou com uma apresentação sobre a produção sustentável do papel e da celulose no Brasil com um dos maiores especialistas na área, Sebastião Renato Valverde, professor do departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (MG). Houve ainda uma exposição da campanha e suas ações, que incluem site de esclarecimento da iniciativa (www.imprimiredarvida.org.br) e peças publicitárias – que, inicialmente, serão disponibilizadas às mídias da rede participante da campanha. Também foi apresentado manifesto de apoio à campanha, assinado por vinte entidades da cadeia produtiva, inclui ndo dos diversos segmentos da indústria gráfica (embalagem, formulários, etiquetas etc.), e dos setores de celulose e papel, livros, revistas, máquinas e insumos, além das áreas de publicidade, propaganda e marketing. A cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa é composta por cerca de 83 mil empresas, que empregam juntas 588 mil pessoas, representando um faturamento bruto de 85 bilhões de reais.
O jornal Folha de Londrina está apoiando esta campanha!
"Imprimir é dar Vida"
A Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa foi lançada no dia 24 de junho na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A iniciativa, realizada em ação dos representantes da cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa, tem o mote "Imprimir é dar Vida". As entidades almejam esclarecer dúvidas e informar corretamente à população sobre a origem do papel usado para impressão.
"Esta é uma campanha da 'Cadeia Produtiva do Papel e da Comunicação Impressa' para informar à sociedade sobre seu compromisso com o meio ambiente e suas práticas de produção. Usando os mais diversos veículos - impressos e eletrônicos - a campanha pretende esclarecer dúvidas e, principalmente, trazer à luz da verdade algumas questões ligadas à sustentabilidade.
A principal delas é deixar claro que as árvores destinadas à produção de papel provêm de florestas plantadas. Essas florestas são culturas agrícolas, lavouras, como tantas outras.
Somos um conjunto de indústrias alinhadas com a ecologia e com a natureza, ou seja, as nossas impressões são extremamente conscientes. Hoje temos processos mais limpos do que a grande maioria das indústrias. E, mesmo assim, buscamos todos os dias novas tecnologias de produção que respeitem ainda mais o equilíbrio do meio ambiente."
É muito bom saber, não é?!
terça-feira, 29 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Leitura Obrigatória " A estratégia do Oceano Azul"
Os autores deste livro defendem a tese de que as empresas devem parar de olhar para os concorrentes e começar a procurar oportunidades alternativas em que suas competências serão úteis. Também acreditam que se deve parar de observar apenas para os clientes, e pensar em como atender os não clientes. O objetivo desta estratégia é criar um oceano azul particular, ou seja, criar ou descobrir um mercado inexplorado onde a empresa ou o profissional possa atuar sozinho, sem concorrentes, pelo menos durante algum tempo. Uma das ferramentas utilizadas para criar o seu oceano azul é o que os autores chamam de quatro passos de visualização da estratégia. No primeiro passo, que eles chamam de Despertar Visual, a empresa precisa fazer uma análise de sua própria realidade, descobrir-se. No segundo passo, que seria A Exploração Visual, ele sugere que a empresa vá a campo descobrir tudo que puder sobre o mercado, e como está sendo percebida pelos clientes. No terceiro passo, chamado de Visualização da Estratégia, é preciso analisar quais talentos e atributos da empresa são importantes e fundamentais para o mercado, de forma a criar oportunidades. E finalmente o quarto passo, a Comunicação Visual, onde é preciso comunicar ao mercado sua estratégia e seus talentos especiais que farão a diferença para os clientes em relação a outras organizações. O objetivo principal desta estratégia do oceano azul é analisar o mercado, as necessidades dos clientes, e desenvolver um novo conceito de produto ou serviço, a ser fornecido pela empresa. Este serviço ou produto deve ser desenvolvido a partir do talento daquela organização, e precisa ser algo inovador. Uma nova maneira de atender necessidades, um novo conceito oferecido de forma única no mercado, que faça com que aquela empresa possa criar seu próprio oceano azul.
Autor: KIM, W. CHAN
Autor: MAUBORGNE, RENEE
Editora: CAMPUS
Assunto: ADMINISTRAÇÃO - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Autor: KIM, W. CHAN
Autor: MAUBORGNE, RENEE
Editora: CAMPUS
Assunto: ADMINISTRAÇÃO - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
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